A sexta edição do Anozero – Bienal de Coimbra entra na reta final. Até 5 de julho, o público ainda pode descobrir o trabalho de mais de 50 participantes distribuídos por oito espaços da cidade, numa edição dedicada ao tema “Segurar, dar, receber”.
Desde abril, milhares de visitantes passaram pelo Mosteiro de Santa Clara-a-Nova, Convento São Francisco, Museu Municipal de Coimbra (Sala da Cidade e Edifício Chiado), Jardim Botânico, MUSEU, Círculo Sede e Círculo Sereia, encontrando propostas artísticas que refletem sobre as formas de habitar, cuidar, partilhar e construir comunidade num contexto global marcado pela incerteza.
Com curadoria de Hans Ibelings e John Zeppetelli, e curadoria-adjunta de Daniel Madeira, a edição de 2026 reúne artistas de diferentes geografias e gerações, entre os quais Taryn Simon, Thomas Demand, Shilpa Gupta, Nan Goldin, Eyal Weizman, Rui Chafes, Adriana Molder, Jonathas de Andrade e Julian Charrière.
Nas próximas semanas, mantêm-se as visitas guiadas, os percursos orientados por artistas, as atividades do Programa Educativo e as iniciativas integradas no Programa Convergente. A programação prolonga a Bienal para além dos espaços expositivos, promovendo o encontro entre arte contemporânea, património e comunidade.
Para quem ainda não visitou o Anozero’26, esta é uma oportunidade de conhecer uma das mais relevantes plataformas de arte contemporânea em Portugal. Para quem já passou pela Bienal, poderá ser o momento de regressar e revisitar obras, espaços e experiências sob um novo olhar.





































































