Avô despediu-se, ontem à tade, de Carlos Rodrigues, jovem militar da GNR que morreu na madrugada do passado sábado (22), vítima de um disparo fatal na cabeça.
Centenas de pessoas marcaram presença nas exéquias fúnebres, numa cerimónia dominada pela dor, consternação e emoção.
Familiares, amigos, habitantes da freguesia, membros da comunidade e elementos do Destacamento Territorial da GNR de Coimbra reuniram-se para prestar uma última homenagem a “Carlitos”, como era carinhosamente conhecido.
Durante a cerimónia religiosa, o pároco de Avô e capelão militar, Rodolfo Albuquerque, dirigiu palavras de conforto à família, sublinhando que os “porquês” permanecerão sem resposta e que “a saudade será infinita”. O sacerdote apelou ainda à união entre familiares, amigos e companheiros do jovem, lembrando que “não choramos sozinhos”.
A celebração foi presidida pelo capelão-chefe da GNR, António Rodrigues Borges da Silva, e ficou também marcada por uma homenagem da Guarda Nacional Republicana.
Antes da inumação, Carlos Rodrigues recebeu uma salva de tiros, num momento solene de reconhecimento pelo seu serviço à instituição.
Entre lágrimas, abraços e momentos de silêncio, a comunidade de Avô despediu-se de um jovem cuja morte inesperada deixou uma profunda marca entre familiares, amigos e todos aqueles que com ele privaram.










































































