A Câmara de Seia diz estar a acompanhar com atenção a discussão em torno da eventual reversão para as Misericórdias da gestão de vários hospitais nacionalizados em 1975, entre os quais se encontra o Hospital Nossa Senhora da Assunção, em Seia.
Apesar de o tema não ser novo, o Município esclarece que não tem conhecimento da existência de qualquer proposta concreta para a reversão da gestão daquela unidade hospitalar, nem de estudos de natureza técnica, económica ou assistencial que demonstrem, de forma objetiva, que essa alteração representaria uma melhoria para os utentes, para os profissionais de saúde ou para a qualidade dos cuidados prestados à população.
A autarquia considera que uma questão desta relevância não deve assentar em especulações ou posições isoladas.
Qualquer reflexão sobre o futuro do Hospital Nossa Senhora da Assunção deve ser sustentada por dados concretos, por uma avaliação rigorosa do interesse público e por uma análise transparente dos impactos para o concelho de Seia e para toda a região.
A Câmara sublinha ainda que sempre manteve uma relação de respeito institucional e de cooperação com a Santa Casa da Misericórdia de Seia, princípio que continuará a nortear a sua atuação. Contudo, entende que um assunto desta dimensão exige total transparência perante a comunidade, assegurando que qualquer eventual discussão decorra de forma aberta, participada e devidamente esclarecida.
A defesa de um Hospital Nossa Senhora da Assunção cada vez mais qualificado, com melhores instalações, melhores condições para os seus profissionais e capacidade para prestar cuidados de saúde de excelência à população continua a ser a principal prioridade do Município.
A autarquia de Seia reafirma, por isso, o seu compromisso de defender o Hospital, valorizar os seus profissionais e colocar sempre os interesses dos cidadãos acima de qualquer outro.











































































