O arroz Carolino do Baixo Mondego reforçou a sua presença na AgroBraga, onde participou pelo segundo ano consecutivo, consolidando a estratégia de promoção e valorização junto dos consumidores. Em 2026, a aposta foi clara no crescimento e na ambição: o espaço expositivo duplicou de dimensão e foi integrado na área de showcooking, garantindo maior visibilidade ao produto.
Ao longo dos quatro dias do certame, o stand destacou-se como um espaço dinâmico de contacto direto com o público, refletindo a resiliência e a capacidade de adaptação dos produtores do Baixo Mondego, que continuam a apostar na inovação e na valorização desta variedade de arroz.
A componente gastronómica assumiu particular relevância, com showcookings diários a evidenciarem a versatilidade do carolino. Entre os momentos de maior destaque estiveram a confeção do tradicional “Pica no Chão”, que contou com a participação de Júlia Fernandes, e a preparação de arroz de bacalhau, numa parceria com a Lugrade.
Mais do que a promoção de um produto, a presença na AgroBraga reforçou a missão de sensibilizar o consumidor para o aumento do consumo de arroz carolino. Num contexto de concorrência com outras variedades, como o agulha e o basmati, os produtores têm vindo a apostar numa abordagem coletiva, centrada na diferenciação e na qualidade.
A participação evidenciou ainda a forte ligação entre produto e território. O Carolino do Baixo Mondego afirma-se, cada vez mais, como uma marca territorial, capaz de valorizar o património agrícola, cultural e gastronómico da região e de gerar novas oportunidades de desenvolvimento.
Neste processo, o envolvimento dos municípios da área geográfica da IGP revela-se essencial. A presença na AgroBraga contou com o apoio do Município de Soure, bem como das juntas de freguesia da Ereira e da União de Freguesias de Taveiro, Ameal e Arzila, entidades que reconhecem no arroz carolino um ativo estratégico para a promoção territorial.
A forte adesão do público, o feedback positivo dos showcookings e os contactos estabelecidos confirmam a importância da participação em feiras como ferramenta de promoção. Trata-se de um investimento contínuo na notoriedade e na proximidade ao consumidor, afirmando o arroz carolino como um símbolo identitário de um território.







































































