Mais de 90 por dos cortes em estradas nacionais provocados pelas tempestades de fevereiro já foram resolvidos, segundo dados divulgados pela Infraestruturas de Portugal.
No total, foram concluídas mais de 300 reposições de circulação, permanecendo cerca de 30 situações ainda em curso, sobretudo nos distritos de Lisboa, Setúbal, Santarém e Viseu, revela em nota o Governo
O levantamento nacional registou 346 cortes totais de via, dos quais 312 já se encontram resolvidos, o que corresponde a cerca de 90% das ocorrências identificadas. “As intervenções foram consideradas decisivas para o restabelecimento seguro da mobilidade em várias regiões do país”, sublinha o Governo.
No setor ferroviário, a reabertura, a partir de 16 de março, do troço entre Caldas da Rainha e Louriçal da Linha do Oestedeixa apenas duas interrupções por resolver: o troço entre Meleças e Caldas da Rainha, na mesma linha, e o segmento entre Mouriscas A e Ródão, na Linha da Beira Baixa. Em ambos os casos, os percursos interrompidos contam com transbordo rodoviário alternativo.
No conjunto das redes rodoviária e ferroviária, foram registadas mais de 4.200 ocorrências, o que exigiu operações permanentes de desobstrução, estabilização e reposição de circulação por parte da Infraestruturas de Portugal, com cerca de 200 intervenções diárias no terreno.
Para assegurar a continuidade da recuperação, o Governo autorizou uma verba extraordinária de 400 milhões de euros destinada à reparação das estradas e da ferrovia afetadas pelas intempéries.
Durante as operações, a Infraestruturas de Portugal mobilizou cerca de 2.000 operacionais, 622 viaturas, 13 limpa-neves e 31 equipamentos ferroviários pesados, em articulação com autarquias e empresas do setor da construção, garantindo uma resposta alargada em todo o território.
Citado em comunicado, o ministro das Infraestruturas e Habitação, Miguel Pinto Luz, destacou o esforço das equipas no terreno: “Enquanto o país enfrentava os efeitos das tempestades, equipas de homens e mulheres trabalharam sem descanso para repor serviços, garantir segurança e devolver normalidade às populações afetadas, que, de forma discreta mas absolutamente essencial, permitiram a recuperação do país e a reabertura de estradas e vias ferroviárias”.






































































