A pequena Camila, de apenas 7 anos, residente em Quiaios, concelho da Figueira da Foz, enfrenta pela segunda vez uma dura batalha contra a leucemia mieloblástica aguda.
A doença foi diagnosticada a 17 de abril do ano passado e, numa primeira fase, a criança foi submetida a cinco ciclos de quimioterapia.
Depois de meses de tratamentos e esperança, a leucemia voltou apenas oito meses depois, obrigando a menina e a família a enfrentarem novamente um exigente percurso clínico.
Segundo os familiares, nem os pais nem as irmãs da Camila são compatíveis para doação de medula óssea, situação que reforça a importância de encontrar um dador compatível.
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Perante esta realidade, foi criada uma página nas redes sociais onde são partilhadas atualizações sobre o estado de saúde da menina, bem como iniciativas solidárias e apelos à doação de medula.
Descrita pela família como uma criança forte, corajosa e cheia de sonhos, a Camila tornou-se também símbolo de esperança para muitas famílias que enfrentam a mesma doença.
Os pais apelam à população para que se inscreva como dadora de medula óssea, lembrando que o processo é simples e pode salvar vidas.
“Não dói, não custa e pode salvar não só a vida da Camila, mas a de muitos doentes que lutam diariamente contra esta doença”, sublinham.








































































