A Incubadora COM.ESTRELA recebeu, esta quarta-feira, a primeira reunião com moradores do Bairro da Raposeira, no âmbito da Operação de Requalificação que está a ser preparada pela Câmara de Seia
O encontro teve como objetivo apresentar as linhas gerais da intervenção prevista para o bairro e explicar o modelo participativo e colaborativo que o município pretende implementar ao longo de todo o processo, envolvendo ativamente a população residente na definição das soluções.
Durante a sessão, foi sublinhada a importância do contributo dos moradores para identificar necessidades, prioridades e oportunidades, consideradas essenciais para a revitalização do Bairro da Raposeira e para a valorização urbana da cidade.

Segundo a autarquia, o balanço da reunião foi “extremamente positivo”, tendo ficado evidente a motivação e expectativa dos residentes em colaborar na construção de propostas para o futuro do bairro, em articulação com a equipa responsável pelo projeto.
No âmbito deste processo participativo, estão já agendadas novas reuniões com a comunidade para os dias 10 e 11 de abril. Paralelamente, encontra-se a decorrer um inquérito dirigido à população, disponível online, com o objetivo de recolher opiniões e contributos que possam apoiar o desenvolvimento do projeto.
No final da sessão, o presidente da Câmara, Luciano Ribeiro, agradeceu a presença e o envolvimento dos participantes, sublinhando o compromisso do município em construir o processo de requalificação em conjunto com a comunidade.

O autarca destacou que a participação dos moradores contribui para melhorar a qualidade das decisões, permitindo que as soluções sejam mais ajustadas às necessidades reais da população e reforçando o sentimento de pertença ao bairro.
Além disso, acrescentou que o envolvimento direto dos residentes no planeamento do projeto permite integrar conhecimento local sobre problemas e potencialidades do espaço, resultante da experiência diária de quem vive no território.
Para Luciano Ribeiro, este modelo de participação reforça também a transparência do processo e a confiança entre a comunidade e as entidades responsáveis, contribuindo para que as intervenções sejam eficazes, inclusivas e sustentáveis a longo prazo.







































































