BIP RE:VIVE Europe arranca com componente virtual e prepara encontro internacional em Oliveira do Hospital
O Blended Intensive Programme (BIP) RE:VIVE Europe — Rethinking Low-Density Territories, Inspiring Big Futures iniciou oficialmente no passado dia 13 de abril, com uma sessão de abertura online que marcou o arranque da iniciativa académica internacional dedicada à reflexão sobre os territórios de baixa densidade.
A sessão inaugural reuniu todos os participantes numa dinâmica colaborativa, evidenciando desde o primeiro momento o compromisso coletivo com a análise crítica e integrada destes territórios, tradicionalmente abordados de forma fragmentada. O programa propõe uma nova perspetiva centrada na inovação, sustentabilidade e coesão territorial, procurando repensar o futuro das regiões de baixa densidade no contexto europeu.
A sessão síncrona foi moderada por Célia Pereira e contou com a participação de Magda Fernandes, Romana Rocha, Dulce Lopes e Ana Cláudia Guedes, especialistas de diferentes áreas ligadas ao planeamento, direito e desenvolvimento territorial.
A componente virtual, que decorreu entre 13 e 17 de abril, assumiu um papel estruturante no alinhamento de conceitos, metodologias e expectativas entre participantes oriundos de diferentes contextos europeus, funcionando como ponte entre o enquadramento teórico e a fase prática do programa.
O BIP entra agora na sua fase presencial, que decorrerá em Oliveira do Hospital, na Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital, unidade orgânica do Instituto Politécnico de Coimbra. O encontro reunirá estudantes e docentes provenientes da Bulgária, Croácia, Itália, Polónia, Portugal e Espanha.
A organização conta ainda com o envolvimento ativo da equipa docente da ESTGOH, composta por Ana Cruz, Gil Ribeiro, Miguel Gouvêa, Nayra Martins e Sílvia Mendes.
Combinando práticas clássicas de internacionalização do ensino superior com abordagens inovadoras de aprendizagem ativa, o RE:VIVE Europe afirma-se como um espaço de experimentação académica e territorial, onde o território deixa de ser apenas objeto de estudo para se assumir como um verdadeiro laboratório vivo de transformação e desenvolvimento.




































































