O Presidente da República, António José Seguro, manifestou esta terça-feira, preocupação com os constrangimentos registados nas últimas semanas no processo de realização e classificação dos exames nacionais, sublinhando que nenhum aluno pode ser prejudicado por falhas de natureza técnica ou administrativa.
Numa mensagem dirigida ao país, o chefe de Estado considera que os problemas ocorridos geraram “uma compreensível preocupação e ansiedade” entre milhares de alunos, famílias e professores, lembrando que, num momento decisivo do percurso académico dos jovens, o Estado tem o dever de assegurar que todo o processo decorra com rigor, previsibilidade e confiança.
António José Seguro defende que eventuais falhas ou atrasos devem ser “reconhecidos, explicados e resolvidos com a maior celeridade e ponderação”, referindo que essa tem sido a sua posição desde o início desta situação.
Na sequência de várias reuniões e contactos realizados nos últimos dias, incluindo o encontro semanal desta manhã com o primeiro-ministro, Luís Montenegro, o Presidente da República reafirmou a necessidade de garantir o princípio da igualdade entre todos os alunos e de assegurar a normalidade do processo, sobretudo no que respeita ao concurso de acesso ao ensino superior.
O chefe de Estado considera ainda que os acontecimentos devem servir de aprendizagem, defendendo que os processos de inovação tecnológica sejam acompanhados por mecanismos eficazes de prevenção e resposta, de forma a evitar a repetição de situações semelhantes, nomeadamente durante a segunda fase dos exames nacionais.
Na mensagem, António José Seguro expressa também confiança no trabalho desenvolvido pelas escolas, professores e restantes profissionais da educação, destacando o seu empenho na superação das dificuldades verificadas.
Dirigindo-se aos estudantes e às suas famílias, o Presidente da República deixou uma mensagem de confiança e solidariedade, assegurando que “nenhum aluno pode ser prejudicado por dificuldades de natureza técnica ou administrativa alheias ao seu esforço e mérito”.
Para o Presidente da República, este é um momento decisivo para milhares de jovens e respetivas famílias, defendendo que todo o processo deve ser concluído “com justiça, rigor e respeito por todos”.







































































