Analisar os impactos provocados pela tempestade Kristin e preparar o dispositivo operacional para responder a eventuais ocorrências nos próximos dias, face ao agravamento das condições meteorológicas, foi o principal objetivo da reunião do Centro de Coordenação Operacional Municipal da Proteção Civil, realizada este domingo nos Paços do Concelho de Cantanhede.
A reunião foi presidida pela presidente da Câmara de Cantanhede, Helena Teodósio, enquanto Autoridade Municipal de Proteção Civil, na sequência da resolução do Conselho de Ministros que determinou o prolongamento, até ao dia 8 de fevereiro, da situação de calamidade declarada devido à tempestade Kristin, bem como a ativação das estruturas de coordenação territorialmente competentes.
Durante o encontro, Helena Teodósio sublinhou a importância de uma atuação concertada entre as várias entidades do sistema de Proteção Civil. “Em situações meteorológicas adversas como a que vivemos, é fundamental garantir um sistema de Proteção Civil devidamente articulado, capaz de reduzir impactos e assegurar uma resposta célere e organizada”, afirmou.
A autarca destacou ainda o papel da população na prevenção e mitigação de riscos, lembrando que “o cidadão é o primeiro agente de Proteção Civil”, devendo adotar comportamentos adequados em situações de risco coletivo, manter-se informado e cooperar com as autoridades, contribuindo para o reforço da segurança individual e coletiva.
No final da reunião, foi garantido que o Serviço Municipal de Proteção Civil irá manter uma monitorização permanente das previsões meteorológicas, emitindo avisos à população sempre que se justifique.
A sessão contou com a presença do vereador Adérito Machado, dos presidentes das juntas de freguesia do concelho, do Comando dos Bombeiros Voluntários de Cantanhede, de um representante do comandante do Destacamento da GNR e do coordenador municipal de Proteção Civil.
Recorde-se que o dispositivo de Proteção Civil ativado na madrugada da passada quarta-feira, para resposta às ocorrências provocadas pela tempestade Kristin, envolveu os Bombeiros Voluntários de Cantanhede, a GNR, as juntas de freguesia, equipas de sapadores florestais da Organização Florestal Atlantis, a Junta de Freguesia da Tocha, a Comunidade Intermunicipal da Região de Coimbra, bem como os serviços operacionais do Município de Cantanhede e da INOVA-EM.

