Quatro homens, com idades compreendidas entre os 24 e os 50 anos, foram detidos, por polícias do Comando Distrital da PSP de Coimbra, na madrugada desta quarta-feira, 2 de setembro, e ontem, 1 de setembro. Estão indiciados pelos crimes de tráfico de estupefacientes, desobediência e condução em estado de embriaguez.
Por suspeita de tráfico de estupefacientes, a PSP efetuou duas detenções, em Coimbra. A primeira detenção ocorreu ontem à noite. Pelas 22 horas, foi detido um homem, de 29 anos, na Baixa da cidade, que tinha na sua posse 14 doses de cocaína, após a polícia ter sido informada de que vários indivíduos estariam a traficar / consumir produtos estupefacientes no Beco das Canivetas.
Quando chegou ao local, a equipa policial visualizou vários indivíduos, tendo um deles arremessado para o solo algo que tinha na mão, um pequeno saco de plástico contendo diversos pedaços de um produto suspeito de ser cocaína, como posteriormente se veio a confirmar, pelo que foi abordado de imediato.
Sujeito a revista, verificou-se que nada mais de ilícito estava na sua posse, sendo o produto estupefaciente apreendido e o homem detido.
Já na madrugada de hoje, 2 de setembro, foi detido o segundo indivíduo, de 24 anos de idade, na Rua Tenente Valadim. Tinha na sua posse 12 doses de cocaína.
Pelas 01h22, durante um patrulhamento de prevenção e combate à criminalidade no local, a PSP abordou e revistou o indivíduo, depois de ter observado um comportamento suspeito, encontrando o produto estupefaciente no interior de um saco que trazia a tiracolo e num chapéu que trazia na cabeça.
As restantes duas detenções foram efetuadas, ontem, em contexto rodoviário, no decorrer de ações de fiscalização, na Figueira da Foz. Às 10h44, na rotunda Baden Powell, em Buarcos, foi detido um homem de 50 anos de idade que conduzia um veículo automóvel com uma taxa de álcool no sangue de 3,2 gramas por litro.
À tarde, pelas 16h18, na avenida Infante Dom Pedro, também em Buarcos, foi detido um homem de 27 anos que conduzia um veículo automóvel apreendido por falta de seguro, do qual era fiel depositário, cometendo assim o crime de desobediência.










































































