A Câmara de Oliveira do Hospital aprovou, esta quinta-feira, 5 de fevereiro, por unanimidade, em reunião pública do Executivo Municipal, uma tomada de posição a contestar os decretos do Governo que definem os 69 municípios abrangidos pela declaração de estado de calamidade na sequência da passagem da depressão Kristin.
O executivo constituído em maioria do PS, com vereadores da oposição do PSD e CDS, considera “injustificada a exclusão do concelho de Oliveira do Hospital da lista de municípios contemplados, defendendo que o território reúne plenamente os critérios definidos para a integração no regime excecional de apoio aprovado pelo Governo”.
Desde o dia 26 de janeiro, foram registadas mais de uma centena de ocorrências em todo o concelho, resultantes das condições meteorológicas adversas, tendo-se verificado prejuízos significativos, que se encontram ainda em fase de avaliação.
De acordo com declarações públicas do presidente da Câmara, José Francisco Rolo, a não inclusão do concelho “representa uma injustiça face aos prejuízos registados no território”.
O autarca exigiu, esta semana, que o Governo integre Oliveira do Hospital nas medidas de apoio aprovadas em Conselho de Ministros na sequência da depressão Kristin.
O Executivo Municipal reafirma, assim, a “necessidade de uma resposta equitativa e ajustada à realidade vivida no concelho, em defesa das populações, das infraestruturas e do interesse público”.



































































