O estado de calamidade foi prolongado até 8 de fevereiro, com o objetivo de acelerar procedimentos e reforçar a capacidade de resposta às situações em curso, informou hoje o primeiro-ministro, Luís Montenegro, no final do Conselho de Ministros extraordinário por causa do mau tempo no país.
No final do Conselho de Ministros, o primeiro-ministro, Luís Montenegro, alertou ainda para o risco de ocorrência de cheias, tendo em conta a precipitação prevista, a saturação dos solos e os danos registados em diversas infraestruturas.
O Governo admite que algumas zonas ribeirinhas possam vir a necessitar de evacuação e apela ao cumprimento rigoroso das orientações da Proteção Civil, sublinhando que o respeito pelas indicações das autoridades é fundamental para evitar perdas humanas e materiais.
Luís Montenegro, anunciou um conjunto de medidas para responder às consequências da tempestade Kristin, num valor global de 2 500 milhões de euros em apoios públicos.
O Governo mantém como prioridade garantir que ninguém se sente sozinho, assegurando a gestão da emergência com sentido de responsabilidade, presença no terreno e mobilização de todos os meios públicos, sociais e privados.
Com cerca de 34 mil operacionais envolvidos e um esforço contínuo para restabelecer serviços essenciais, o primeiro-ministro reiterou a mensagem de confiança e solidariedade: “Vamos mais uma vez superar e reerguer Portugal”.










































































